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Semana 2 - Sexta-feira

Série: OS MINISTROS DA NOVA ALIANÇA

Mensagem: MELQUISEDEQUE: SACERDÓCIO PERFEITO E CELESTIAL – (HB 7:11, 17, 28; 8:1-2)

Leitura Bíblica: Hb 5:5-10; 7:11-21

Ler com Oração: Sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem (Hb 5:8-9).

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CRISTO, O SACERDOTE PERFEITO, NOS LEVARÁ À GLÓRIA

Continuando o livro de Hebreus, vemos que Deus teve de levantar outro sacerdócio além do sacerdócio dos levitas, porque este não era perfeito, portanto não conseguia conduzir-nos à perfeição. Esse outro sacerdócio, perfeito, é capaz de nos conduzir à perfeição, conforme nos mostra este importante trecho: “Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?” (Hb 7:11). Aleluia! Tudo isso que estava no Antigo Testamento não era suficiente para cumprir o que Deus prometera, então Deus levantou outro sacerdote, outro sacerdócio, o qual veio por Jesus Cristo, que nem era da tribo de Levi, mas da de Judá, e se tornou Sacerdote da ordem de Melquisedeque.

Continuemos a leitura: “Quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei. Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar; pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes. E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, se levanta outro sacerdote, constituído não conforme a lei de mandamento carnal, mas segundo o poder de vida indissolúvel” (Hb 7:12-16). Houve mudança de lei porque houve mudança de sacerdócio, porque surgiu um sacerdócio indissolúvel, indestrutível, não perecível. Essa vida indissolúvel constituiu outro sacerdócio. Esse outro sacerdócio nos levará à perfeição porque é perfeito. Que todos possamos não apenas entender isso e apreciar o valor do que está escrito aqui, mas também nos tornar “loucos” por causa dessa revelação que nos é trazida!

Na sequência vemos: “Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 7:17). O fato de Cristo ser sacerdote para sempre indica que o que Ele realizou no tempo tem valor eterno e é um sacerdócio perfeito, não é mais da ordem de Arão, mas de Melquisedeque. O texto prossegue: “Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus” (Hb 7:18-19). Revogou-se, então, a ordenança do sacerdócio da ordem de Arão por causa de sua fraqueza, de sua inutilidade, por não conseguir levar-nos à perfeição, até a glória de Deus. Deus constituiu outro sacerdócio, que nos reacende a esperança superior pela qual nos achegamos a Deus. Agora não somos pessoas sem esperança, não podemos dizer que isso não é para nós, pois não é baseado em nossa força, e sim nesse sacerdócio perfeito, uma vez que Deus constituiu Cristo como Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

Prosseguindo na leitura: “Visto que não é sem prestar juramento (porque aqueles, sem juramento, são feitos sacerdotes, mas este, com juramento, por aquele que lhe disse: O Senhor jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre)” (Hb 7:20-21). Deus não só mudou o sacerdócio, mas o fez com juramento, algo tão solene e sério, pois o Senhor precisa levar-nos à glória. Esse versículo 21 é citação de Salmos: “Disse o SENHOR ao meu senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. [...] O SENHOR jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (110:1, 4). Deus jurou e não se arrepende porque Cristo, como Sacerdote da ordem de Melquisedeque, é perfeito e nos levará à perfeição.

Quando Cristo foi feito esse Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque? “Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei” (Hb 5:5). Quem glorificou a Jesus foi o Pai. Foi o Pai que abriu os braços para receber na Sua glória o Filho-Homem. Jesus foi glorificado na ressurreição. Quando Deus ressuscitou a Jesus, disse: “Tu és meu Filho, eu hoje te gerei”. Esse foi o exato momento em que a humanidade (a natureza humana) foi recebida na glória do Pai. E isso nos abriu a porta, nos abriu um caminho. Por isso o Senhor disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14:6). Jesus é o caminho porque nos abriu caminho na ressurreição. Deus Pai gerou o homem Jesus como Seu Filho.

Naquele mesmo instante em que Jesus, um homem, foi declarado Filho de Deus e glorificado por Deus em Sua glória, também foi nomeado Sacerdote (Hb 5:5). E Hebreus confirma isso com outra citação: “Como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (v. 6).

Jesus foi glorificado na ressurreição, quando foi gerado como o Filho Primogênito de Deus na humanidade, e foi nomeado o Sumo Sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque. Por isso “Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 5:7-10). Como o Autor da salvação, Cristo nos levará à conclusão da salvação completa de Deus para o homem. Que descanso, que segurança, que bênção!





Pergunta: Quando foi que Jesus, o Filho do Homem, foi feito Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque?

Meu Ponto Chave:

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Leitura de Apoio da Semana:

“As riquezas insondáveis de Cristo” – cap. 8 – Dong Yu Lan.

“As aparições do Deus da glória” – caps. 5 e 6 – Pedro Dong.


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